O Processo de Gerenciamento de Riscos em Resgate Oceânico é uma adaptação do sistema das forças armadas Americanas, sendo implementado globalmente para proteção. Foi adaptado para o uso na costa oceânica, pela Cidade e Bairro de Honolulu, Divisão de Segurança Oceânica. O sistema utiliza um método prático para reduzir danos, perda de consciência e perda de vida, durante o treinamento, para e na aplicação operacional e em cenários de resgate.
O Processo permite que treinadores de resgate façam decisões racionais quando estiverem lidando com um oceano perigoso expressado em termos de quando uma perda pode ocorrer e a seriedade da perda para o equipamento.
A fórmula fundamental do Processo de Gerenciamento de Riscos é:
RISCO = PERIGOS + PESSOAS
O objetivo do Processo é minimizar os Riscos. Os cinco passos usados para aplicar o processo são:
Cinco Passos para Aplicar o Processo
1. Identificar os Riscos: Identificar todos os Riscos associados com o ambiente, onde o treinamento ou a operação estiver ocorrendo. Isso inclui um boneco em tamanho natural para facilitar a identificação. Identificar os elementos principais, que irão fazer parte do treinamento ou a seqüência operacional, com tarefas específicas.
2. Acesso aos Riscos: Determinar a magnitude dos Riscos, estimando a probabilidade (freqüência) e o efeito (severidade) se o evento for ocorrer.
3. Desenvolver Controles e Tomar Decisões: Tomar decisões de aceitação dos Riscos, pesando os benefícios e os riscos. Eliminar os riscos desnecessários e reduzir os efeitos de riscos essenciais aplicando controles.
4. Implementação de Controles: Integrar controles aos planos operacionais e de treinamento, seleção das áreas de treinamento, padrões de performance de treinamento, e os Procedimentos básicos de Operação.
5. Supervisionar e Avaliar: Determinar a efetividade dos controles de Riscos através da supervisão, reforçando os controles e padrões.
O uso desse Processo nos treinamentos de resgate e operações,provou ser altamente eficiente. Para o sucesso na implementação deste Processo, as seguintes medidas devem ser tomadas:
Quanto maior o Risco, mais experiente deverá ser o responsável.
• Quando os níveis do Risco forem identificados, todos os envolvidos na operação devem estar cientes das implicações do Risco.
• Todas as variações do Risco que possam ser previstas deverão ser controladas.
• É obrigatório que os procedimentos de treinamento sejam seguidos.
Como já foi dito, o ambiente oceânico é altamente dinâmico. O ambiente da costa oceânica (com a rebentação de ondas, correntes, baixa visibilidade dentro da água, riscos naturais e riscos causados pelo homem, algumas vezes rápidas mudanças oceânicas causadas pelas condições climáticas), são inerentemente perigosos. Acidentes e danos têm uma grande possibilidade de ocorrer quando existe falta de C.H.E.R. (veja abaixo) usado em operações de resgate e treinamento. A falta de qualquer um dos fatores C.H.E.R. aumenta o risco associado às operações de resgate e treinamento no ambiente da costa oceânica
Conhecimento: Competência para determinar os perigos presentes num ambiente de costa oceânica.
Habilidade: É a força (mental e física) para trabalhar em costa oceânica perigosa. O julgamento para saber como proceder e quando cancelar alguma operação.
Educação: A disseminação efetiva da informação, referente às práticas de resgate em costas oceânicas. Isso poderia se aplicar aos praticantes de segurança oceânica, usuários comerciais, e à grande variedade de usuários recreacionais, encontrados nas áreas da costa.
O elemento humano em operações de resgate é fundamental. Não existe nenhuma linguagem padrão, usada para comunicar as intenções dos operadores de embarcações de resgate, à pessoas sob resgate (vítimas) durante a operação.
Recursos: Os suprimentos, equipamentos e pessoal para suportar a operação.
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